“E sabe, eu odeio quando você está certa, e quando tenta me mostrar isso jogando na minha cara. E eu odeio quando você consegue me confundir, e embaralhar a minha mente. Quando você pega meus argumentos e os usa contra mim, ou quando teima em ter duas conversas: a que temos, e que você tem em sua cabeça. Odeio quando não quero fazer alguma coisa, e você cruza os braços, cerra as sobrancelhas e me olha com aquela cara de brava. E pior! ainda consegue o que quer. E sabe de uma coisa? Eu odeio não conseguir viver sem isso.